Andromêda e outros contos

Em cada conto, o fluxo da lembrança converte-se em ritmo, enquanto a imaginação recompõe as experiencias, fazendo-as deslizar, desde o vivido, observado ou intuído, para a mais cristalina e instigante ficção. O contista desvela o valor existencial e o toque doloroso das vivências e dos afetos que as personagens carregam para a vida inteira.

R$35,00

Detalhes

Dimensões 1 × 15 × 21 cm
N° de páginas

96

Ilustração
Publicação
Linguagem

Português

ISBN

978-85-98866-27-7

Publicado

Sobre o autor

Ruy Espinheira Filho

Ruy Espinheira Filho

Ruy Espinheira Filho nasceu no Brasil, na cidade de Salvador, Bahia, no dia 12 de dezembro de 1942. Filho de Ruy Alberto de Assis Espinheira, advogado, e de Iracema D’Andréa Espinheira, de ascendência italiana, passou a infância na cidade de Poções e a adolescência na cidade de Jequié, no Sudoeste baiano. De volta a Salvador, em 1961, estudou no Colégio Central da Bahia e, levado pelo poeta Affonso Manta, que conhecia desde Poções, ingressou no grupo boêmio capitaneado por Carlos Anísio Melhor. Ainda nos anos 60, começou a publicar na revista Serial, criada por Antonio Brasileiro, e se iniciou no jornalismo — como cronista da Tribuna da Bahia (1969-1981), onde também trabalhou como copidesque e editor (1974-1980). Colaborou ainda com o Pasquim, como correspondente na Bahia (1976-1981), e foi contratado como cronista diário do Jornal da Bahia (1983-1993).

‘Andrômeda e outros contos’ leva para o universo da ficção fatos que ficaram marcados na memória do autor, como no conto ‘Aviões’, que remete à sua infância no interior da Bahia. ‘Cintilações’ trata do reencontro de um antigo amor vinte anos depois, do personagem principal e os pensamentos que permeiam sua mente e coração naquela situação, montam o enredo deste texto. Em ‘Perguntas’, a coincidência de comprar uma poltrona no avião ao lado do escritor que entrevistara na véspera, promove um diálogo literário inusitado entre este e um jornalista, personagem principal. Em ‘Visita’, o autor mergulha nas lembranças, sejam elas boas ou não, mas que sempre ficam arquivadas em algum lugar da memória, que pode falhar e fazer esquecer fatos e acontecimentos que marcaram a vida. A ideia central de ‘Lembranças de um dia luminoso’ é exatamente o que o título descreve. O conto traz as impressões e lembranças de um reencontro de uma turma de colegas da universidade.