2 De Julho – A carta de Alforria

A Carta de Alforria, da reconhecida autora Cleise Mendes, a qual, em um texto dramático revive e enaltece uma das datas mais significativas da nossa História.

R$32,00

Categoria:

Detalhes

Dimensões 1 × 15 × 21 cm
N° de páginas

56 Pages

Ilustrações
Publicação
Linguagem

Português

ISBN

978-85-98866-41-3

Publicado

Sobre o autor

Cleise Furtado Mendes

Cleise Furtado Mendes

Tem dezenas de textos para teatro já encenados, parte deles publicados, como Lábaro Estrelado, Bocas do Inferno, O Bom Cabrito Berra, Castro Alves, Marmelada – Uma Comédia Caseira, Noivas (SECULT, 2003). Como poeta, contista e ensaísta, é autora de Ágora – Praça do Tempo (FCEBA, 1979), A Terceira Manhã (Imago, 2003), As Estratégias do Drama (EDUFBA, 1995), Senhora Dona Bahia – Poesia Satírica de Gregório de Matos (EDUFBA, 1996) e A gargalhada de Ulisses – a catarse na comédia (Perspectiva, 2008).

É professora da Escola de Teatro da UFBA e membro da Academia de Letras da Bahia.

Um pouco mais sobre a história da “independência” da Bahia poderá ser visto no mais recente livro de Cleise Furtado Mendes. Participante da Academia de Letras da Bahia, a autora transcreve em linguagem teatral um dos episódios mais marcantes do Brasil.
“Quando se fala da independência do Brasil, as escolas continuam dando mais ênfase ao grito do Ipiranga e ao 7 de setembro, se esquecem da história da Bahia”, revela Cleise quando fala do porquê de escrever esta publicação. “Escrevi o texto para um espetáculo que foi contracenado no Terreiro de Jesus. Na época, fiquei impressionada com o grande interesse do público por estes fatos históricos”, completa a autora. “Acredito que os alunos poderão usar este texto para contracenar a nossa história nas escolas”, afirmou Cleise.
Com ilustrações de Fernando Oberlaender, no livro de Cleise Mendes, o poeta Castro Alves, conta como ocorreram os fatos que podem ser considerados o marco de alforria do povo baiano. Nomes como Maria Quitéria, Maria Felipa, Joana Angélica, Corneteiro Lopes, General Labatut e outros personagens da história do 2 de julho são apresentados, além de brancos, negros, mestiços e índios anônimos que participaram do fato histórico.